Xmonad + Emacs, uma combinação perfeita!

Olá,

Estou aqui para falar um pouco dos… vamos dizer, “ambientes de programação” que utilizo durante a minha jornada em centenas de linhas código :). Primeiramente, falando um pouco do GNU Emacs, talvez seja o editor de texto mais famoso entre os desenvolvedores de sistemas e aplicações em geral. O Emacs, uma vez configurado, permite ao programador desenvolver grandes aplicações com um bom “gerenciamento” sobre o seu código… por exemplo, recursos de visualização das funções definidas, a hieraquia de diretórios do projeto… e o que mais… recursos como auto-completar que as IDE’s possuem para facilitar a vida do programador… recursos de fazer o “jump” para o arquivo onde uma função, variável ou estruturas de dados estão definidas. Tudo isso é oferecido pelo Emacs e outros recursos, como a utilização do CVS para controle de versões do seu código, pode ser utilizado pelo editor, desde que este seja configurado adequadamente. Até agora estamos falando de configuração do Emacs,.. mas como? Existem várias maneiras, uma forma que conheço e utilizo é o CEDET.

Mas e agora, o que seria o Xmonad? É um editor de texto? Não. O Xmonad é um gerenciador de janelas, sendo bem diferente do que estamos aconstumados a ver nas interfaces gráficas de muitos sistemas operacionais… o Xmonad, não é um recurso do sistema operacional…, por exemplo, utilizo Xmonad no Fedora, mas vc que usa sistemas BSD, existe uma versão do Xmonado para esta família do sistema.

Nas interfaces gráficas “comuns”, geralmente perdemos um tempinho alinhando as janelas ativas no desktop ou procurando por uma… e ainda, quando passamos a “utlizar” uma janela, a outra fica nos “fundos” desta que estamos utilizando… no Xmonad, isto não ocorre, pelo fato de não existir as janelas que conhecemos… o Xmonad organiza as coisas para vc. Mais detalhes sobre o Xmonad, podem ser encontrados em http://xmonad.org/.

Uma grande vantagem de utilizar o Xmonad, é que vc pode abrir um terminal com o split da sua tela atual quantas vezes for necessário.. é claro, ele também lhe proporciona a rápida “deleção” daquela janela dividida com um comando de tecla.

O tipo de interface gráfica a ser utilizada é gosto de cada um; e quando vc resolve mudar para outra interface, claro, nas  primeiras  vezes que vc começa a utilizá-lo, a diferença/dificuldade podem ser enormes e então, acabar fincando com a anterior… justamente, porque vc não está acostumado.. mas da feita que vc começa a pegar rítmo no novo gerenciador gráfico, vc acaba gostando daquele e começa a descobrir mais recursos e ai, as coisas tornam-se mais interessantes :). O negócio é: saber configurar!. Mas sei que esse “configurar”, as vezes dá muuuito trabalho.. hehe

Bem, o post vai ficando por aqui com algumas, digamos… vantagens de se utlizar o Xmonad. E para quem gosta de tela preta, é uma excelente opção. 😀

Até à próxima.

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